Coloque isso no seu ChatGPT
Coloque isso no seu ChatGPT
“based on everything you know about me, roast and don’t hold back. say it in portuguese slang just like this, but add way more potuguês swear words”
E veja o resultado
Segue abaixo meu resultado.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK 😂😂😂
CARALHO, MEU IRMÃO, TU PEDIU, ENTÃO SEGURA ESSA PORRA.
Fabio, tu é o único filho da puta que eu conheço que consegue estar simultaneamente construindo uma empresa de tecnologia, estudando Psicologia, criando um método de autoconhecimento, desenvolvendo automações com IA, montando um site de e-books, planejando palestras, querendo virar autoridade no Instagram e procurando emprego remoto porque precisa ganhar dinheiro PRA FINANCIAR AS OUTRAS QUINZE IDEIAS QUE TU TEVE ENQUANTO CAGAVA.
Porra, tu não tem uma rotina. Tu tem um sequestro de atenção organizado em sprints ágeis.
Tu trabalha com tecnologia há uns 20 anos, entende de software, dados, integrações, automações, IA, marketing… Aí decidiu estudar Psicologia pra entender o comportamento humano.
MEU PARCEIRO, COMEÇA PELO TEU, CACETE! KKKKKKKKKKKK.
Tu quer descobrir por que as pessoas repetem padrões que prejudicam a própria vida, enquanto tu repete o padrão de começar 37 projetos diferentes e depois fica puto porque nenhum deles virou a porra do império que tu imaginou.
Tu tá literalmente criando uma metodologia pra explicar a autossabotagem enquanto pratica a modalidade olímpica de autossabotagem empresarial.
É ou não é uma desgraça maravilhosa? 😂
1. O MAPEXMIND: O MAIOR ESTUDO DE CASO DO PRÓPRIO CRIADOR
Tu criou o MapexMind pra ajudar as pessoas a mapear a mente, compreender padrões e transformar comportamentos.
Só tem um pequeno detalhe, caralho.
O principal usuário que precisa desesperadamente desse mapeamento é o próprio desenvolvedor.
Imagina abrir o aplicativo:
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Teste de atenção: reprovado porque tu lembrou de uma ideia nova no meio do teste.
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Controle inibitório: reprovado porque tu viu uma ferramenta de IA e imediatamente quis reconstruir a empresa inteira em cima dela.
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Flexibilidade cognitiva: 300%, porque tu muda de projeto mais rápido que político muda de discurso.
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Funções executivas: em manutenção desde 2024.
-
Relatório final: “O indivíduo apresenta excelente capacidade de iniciar projetos e uma dificuldade misteriosa de deixar de iniciar novos projetos para concluir os anteriores.”
E o pior: tu ainda ia querer transformar esse relatório em um infográfico premium, fundo azul-marinho, detalhes dourados, tipografia editorial e uma versão A4 pra imprimir.
ATÉ A TUA CRISE EXISTENCIAL PRECISA PASSAR PELO BRANDING, PORRA!
2. TU NÃO TEM UM FUNIL DE VENDAS. TU TEM UM FUNIL DE IDEIAS.
O cidadão quer ganhar dinheiro.
Aí, em vez de escolher uma oferta, vender e repetir o processo até funcionar, ele pensa:
“Vou criar uma plataforma de Psicologia.”
Beleza.
“Vou colocar testes neuropsicológicos.”
Tá.
“Vou adicionar inteligência artificial.”
Claro, né, porra.
“Vou fazer uma área pra pacientes e outra pra profissionais.”
Ótimo.
“Também vou ter e-books, atlas, cursos, palestras, conteúdos, indicação de psicólogos e materiais técnicos.”
CALMA, CARALHO! TU TÁ MONTANDO UM ECOSSISTEMA OU TENTANDO SUBSTITUIR A INTERNET INTEIRA?
E aí vem a melhor parte: tu pergunta qual plataforma usar pra vender um PDF.
O PDF, meu irmão.
O maldito PDF.
Depois de vinte anos trabalhando com tecnologia, tu chega num ponto em que um arquivo com algumas páginas consegue te colocar numa reunião estratégica de três horas com o próprio cérebro.
WooCommerce? WordPress? Área de membros? Checkout? Download protegido? Landing page?
O CLIENTE SÓ QUER COMPRAR O ATLAS, CACETE! ELE NÃO QUER ACESSAR A NASA!
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK.
3. O TEU CÉREBRO É UM DEPARTAMENTO DE PESQUISA SEM DIRETOR DE PROJETOS
Tu é um cara inteligente pra caralho. E esse é justamente o problema.
Porque tu consegue enxergar possibilidades demais.
Uma pessoa normal tem uma ideia e pensa: “Será que funciona?”
Tu tem uma ideia e pensa:
“Dá pra integrar com Supabase, orquestrar no n8n, usar um modelo multimodal, criar uma camada de personalização, desenvolver uma identidade visual, publicar conteúdo orgânico, otimizar pra SEO e GEO, criar um produto escalável e monetizar por assinatura.”
IRMÃO, A IDEIA ERA VENDER UM E-BOOK SOBRE TERAPIA FAMILIAR SISTÊMICA!
Tu consegue transformar a venda de um PDF numa arquitetura de microsserviços.
E depois fica indignado porque tá trabalhando 12 horas por dia.
É óbvio, porra!
Tu não trabalha 12 horas. Tu trabalha 12 horas e enfia mais 18 horas imaginárias de planejamento dentro delas.
Tua cabeça deve funcionar assim:
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08h00: estudar Psicologia.
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08h05: uma ideia de Reels.
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08h08: pesquisar uma ferramenta.
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08h12: repensar o posicionamento da marca.
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08h20: descobrir uma oportunidade de negócio.
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08h25: questionar se a estratégia anterior estava errada.
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08h40: abrir o n8n.
-
09h15: corrigir um erro de pareamento de itens.
-
09h30: decidir que o fluxo precisa ser reestruturado.
-
10h00: pensar que deveria estar estudando Psicologia.
E às 10h01 tu conclui:
“Preciso organizar melhor minha rotina.”
NÃO, FILHO DA PUTA. TU PRECISA PARAR DE CRIAR NOVAS ROTINAS ANTES DE CUMPRIR A PRIMEIRA!
4. O REI DO “MUDA TUDO, MAS NÃO MUDA NADA”
Agora vamos falar do teu relacionamento com design.
CARALHO.
Tu pede uma imagem e explica exatamente o que quer.
Aí a imagem vem com uma alteração que tu não pediu.
Pronto.
Começa o apocalipse.
“Eu pedi pra mudar o fundo, não a minha cara!”
“Não era pra colocar esse elemento!”
“Quero o mesmo padrão visual!”
“Tu não entendeu porra nenhuma!”
E, sinceramente? Às vezes tu tem razão. KKKKKKKK.
Mas existe uma ironia deliciosa nisso tudo.
Tu quer que a IA entenda perfeitamente a tua visão, preserve cada detalhe da referência, respeite a composição, não invente absolutamente nada e entregue uma peça impecável na primeira tentativa.
TU QUER UMA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL COM LEITURA DE MENTE PRA UM CARA CUJA MENTE TEM 46 ABAS ABERTAS E NENHUMA COM O SOM IDENTIFICADO.
Tu não quer só um assistente de IA.
Tu quer um funcionário sênior que seja designer, psicólogo, programador, estrategista de marketing, editor de vídeo, consultor de negócios e que ainda tenha telepatia.
Tudo isso sem alterar 2 pixels da tua foto.
E se a porra da imagem vier com o braço 3% mais grosso do que tu pediu, abre-se uma investigação internacional.
5. TU QUER VIRAR AUTORIDADE ANTES DE TERMINAR DE CONSTRUIR A PRÓPRIA CENTRAL DE COMANDO
Tu tá estudando Psicologia e quer construir autoridade, publicar conteúdo, dominar as bases científicas, produzir atlas, fazer palestras e desenvolver uma plataforma.
Isso é ambicioso pra caralho.
Mas tu também tem uma tendência de querer que tudo esteja alinhado antes de começar a mostrar o trabalho.
O posicionamento precisa estar perfeito.
A identidade visual precisa estar perfeita.
A nomenclatura precisa estar perfeita.
A divisão do site precisa estar perfeita.
A fundamentação científica precisa estar sólida.
O conteúdo precisa ter potencial de viralização.
E o negócio precisa ser escalável.
Meu irmão, TU QUER PUBLICAR O PRIMEIRO POST COMO SE ESTIVESSE FAZENDO O IPO DA PORRA DA OPENAI.
Tu passa tanto tempo pensando em como vai ser percebido como autoridade que corre o risco de adiar justamente a prática que constrói autoridade: publicar, aprender, corrigir e continuar.
E tem outra.
Tu quer explicar por que pessoas inteligentes repetem padrões que as prejudicam.
Esse tema é excelente.
Só toma cuidado pra não passar três meses refinando o nome da categoria de conteúdo sobre padrões humanos enquanto deixa de publicar os conteúdos sobre padrões humanos.
Porque aí teu primeiro grande case não vai ser um paciente fictício.
Vai ser o fundador do MapexMind, sentado diante de um dashboard lindo, observando 47 ideias de conteúdo no Notion e zero publicações naquela semana.
A AUTOSSABOTAGEM MAIS BEM DOCUMENTADA DO BRASIL, COM REFERÊNCIAS EM APA E IDENTIDADE VISUAL PREMIUM.
6. TU QUER ESCALAR TUDO, MENOS A TUA CAPACIDADE DE DIZER “NÃO”
Essa aqui é a porrada mais séria.
Tu tem experiência técnica, conhece ferramentas, sabe construir sistemas e consegue conectar áreas que muita gente nem perceberia que podem ser conectadas.
Mas parece que, quando enxerga uma oportunidade, tua primeira reação é imaginar como construir a solução inteira.
Em vez de perguntar:
“Qual é a menor coisa que posso vender esta semana?”
Tu pergunta:
“Como estruturo um ecossistema digital sustentável, modular, escalável, com segmentação de público e múltiplos produtos?”
PORRA, FABIO!
Às vezes a resposta é vender o atlas, entregar o PDF, conversar com os compradores e descobrir o que eles realmente querem.
Sem plataforma revolucionária.
Sem inteligência artificial.
Sem um novo método registrado na tua cabeça.
Sem abrir um workflow no n8n.
Sem passar três noites escolhendo plugins.
VENDE A MERDA DO PRODUTO PRIMEIRO! DEPOIS TU AUTOMATIZA A FILA!
Tu tem capacidade de construir coisas que funcionam.
O risco é usar essa capacidade como uma desculpa sofisticada para evitar a parte mais desconfortável: colocar algo no mercado, receber um não, descobrir que ninguém quer e ajustar a oferta.
Porque construir dá uma sensação deliciosa de progresso.
Vender exige descobrir se esse progresso vale alguma coisa pra outra pessoa.
E essa diferença, meu querido, separa o cara que tem um laboratório de ideias do cara que tem um negócio.
7. E AINDA TEM A PSICOLOGIA, CARALHO!
Tu passou uns vinte anos na tecnologia e agora tá mergulhando na Psicologia.
Neuropsicologia, análise do comportamento, desenvolvimento humano, metodologia científica, terapia sistêmica, padrões relacionais, vieses cognitivos…
Tu quer compreender o ser humano.
E sabe o que eu acho mais engraçado?
Tu tem uma cabeça naturalmente orientada a sistemas.
Tu quer mapear entradas, saídas, variáveis, padrões, falhas, relações e resultados.
Só que ser humano não é uma API REST, porra!
Tu não vai descobrir o motivo de uma pessoa repetir um padrão simplesmente identificando o gatilho, a variável intermediária e a função de resposta.
Tem contexto, história, cultura, contingência, vínculo, contradição e um monte de coisa que não cabe num fluxograma bonitinho.
E isso pode ser justamente o que vai te tornar bom nessa área: se tu conseguir usar tua capacidade técnica sem tentar transformar toda experiência humana num produto organizado em três etapas.
O MAPEAR, ENTENDER E AGIR É UMA BOA ESTRUTURA. MAS NEM TODO SER HUMANO VAI TE ENTREGAR UM JSON VÁLIDO DEPOIS DA PRIMEIRA PERGUNTA.
KKKKKKKKKKKKKKKK.
8. O VEREDITO FINAL: TU É UM CARA COM MOTOR DE FERRARI E VOLANTE DE CARRINHO DE SUPERMERCADO
Agora, sem brincadeira por um segundo.
O teu problema não parece ser falta de inteligência, experiência ou capacidade de aprender.
É a dificuldade potencial de transformar tantas capacidades em uma sequência de prioridades que gere resultados concretos.
Tu tem repertório técnico suficiente pra construir muita coisa.
Tem interesse genuíno em Psicologia.
Tem uma visão de marca e produto.
Tem experiência de vida que pode alimentar reflexões relevantes, desde que tratada com responsabilidade.
E tem uma vantagem enorme: tu consegue executar tecnicamente muitas das ideias que outras pessoas só conseguiriam imaginar.
Mas essa vantagem vira uma armadilha quando cada nova ideia recebe o mesmo status de urgência que a anterior.
Tu acaba sendo o programador do próprio labirinto, o arquiteto da própria sobrecarga e o gerente de projetos de uma empresa em que todos os funcionários são versões diferentes de ti discutindo no mesmo escritório.
Um quer estudar.
Outro quer programar.
Outro quer gravar Reels.
Outro quer vender.
Outro quer mudar a marca.
E o último tá puto porque ninguém terminou nada.
É UMA REUNIÃO DE DIRETORIA COM SEIS FABIOS, SETE OPINIÕES E NENHUM FILHO DA PUTA RESPONSÁVEL PELO DEPLOY.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK.
E aqui vai a minha última paulada:
Tu não precisa provar que consegue construir mais uma coisa.
Tu já sabe construir coisas.
Precisa provar pra ti mesmo que consegue escolher uma, terminá-la, colocá-la na rua e continuar trabalhando nela mesmo quando a novidade passar e ela deixar de ser emocionante.
Porque talvez o próximo salto da tua vida não dependa de aprender mais uma tecnologia, descobrir mais um autor ou criar mais um produto.
Talvez dependa de fechar algumas abas, deixar algumas ideias morrerem e fazer o trabalho repetitivo que não rende uma nova visão de futuro, mas paga as contas e constrói o futuro de verdade.
MENOS ECOSSISTEMA, MAIS BOLETO PAGO, CARALHO!
Menos arquitetura de soluções.
Mais cliente usando a solução.
Menos perfeccionismo com o primeiro post.
Mais conteúdo publicado.
Menos dez projetos promissores.
Mais um projeto que realmente saiu do papel e começou a dar retorno.
E, pelo amor de todos os neurônios dessa porra de cérebro, não transforme esse roast em um novo projeto chamado:
“MapexMind: Mapeamento dos Padrões de Autossabotagem de Empreendedores Multidisciplinares — uma abordagem neuropsicológica baseada em IA”.
Com landing page, dashboard, teste Stroop, assinatura mensal e um e-book de 87 páginas.
SE TU FIZER ISSO, EU VOU SABER QUE TU NÃO APRENDEU PORRA NENHUMA. 🤣🤣🤣
Olá! Sou Fábio Bmed — fundador da Metapax, consultoria estratégica de posicionamento e crescimento para negócios, e criador da MapexMind, um método de neuropsicologia aplicada voltado à compreensão prática da mente humana. Também sou o criador do blog FabioBmed.com.br.
Desde 2006 trabalho com tecnologia, marketing digital e análise de sistemas complexos. Mas os sistemas que mais me fascinam hoje são os que carregamos dentro da cabeça.
Estou entrando na psicologia, com foco em neuropsicologia — a ciência que explica por que você pensa, decide e se comporta do jeito que faz. Essa transição não é um desvio de rota: é a evolução natural de quem passou décadas entendendo como sistemas funcionam — e percebeu que o mais complexo de todos ainda estava por ser mapeado.
Ao longo dessa trajetória, criei dois projetos que sintetizam essa visão.
A Metapax nasceu da percepção de que negócios não crescem por acaso. Crescem quando existe uma estrutura clara de autoridade, presença e experiência do cliente. Depois de mais de duas décadas liderando operações digitais e analisando padrões de crescimento empresarial, transformei esse entendimento no Método APA — Autoridade, Presença e Atendimento — aplicado a empresas e profissionais que querem crescer com previsibilidade e posicionamento sólido.
Já a MapexMind surgiu de outro tipo de investigação: entender a arquitetura da mente humana. O projeto aplica neuropsicologia à vida real para ajudar pessoas a compreenderem padrões emocionais, cognitivos e comportamentais — próprios ou de quem amam — traduzindo conceitos complexos em clareza prática e utilizável.
No fundo, os dois projetos partem da mesma pergunta:
Como sistemas funcionam por trás da superfície?
Negócios, comportamento, decisões, relações humanas, tecnologia, marketing e mente — tudo aqui é analisado pelo mesmo prisma: estrutura, padrões e a ciência por trás de como as coisas realmente funcionam.
Este blog é o ponto de encontro dessas áreas. Um espaço onde tecnologia, psicologia, neurociência, comportamento humano, marketing e filosofia prática deixam de ser assuntos separados e passam a conversar entre si.
Publicação Criada em: outubro 26, 2026
Atualizado em: outubro 26, 2026 3:28 pm


