Padrões de Rede Wireless 802.11
Em seus primeiros modelos, a tecnologia Wireless utilizava o infravermelho para fazer a comunicação entre os dispositivos. O modelo exigia que os transceptores (dispositivos capazes de transmitir e receber dados simultaneamente) estivessem voltados um para o outros em uma área livre de interferência física, um problema que limita muito a capacidade de transmissão, já que os aparelhos devem estar praticamente no mesmo ambiente, livres de paredes ou quaisquer outros objetos que possam atrapalhar a troca direta entre os dispositivos.
Em meados de 1986, o FCC, organismo norte-americano de regulamentação, autorizou a utilização da tecnologia de transmissão em rádio frequência “Spread Spectrum” na banda de transmissão ISM, em 900 MHz, 2.4 GHz e 5.2 GHz. Até então essa tecnologia era de uso exclusivamente militar.
Redes sem fio ou wireless são um sistema flexível de comunicação, implementado como uma extensão ou alternativa para as tradicionais redes com cabos. Os dados são transmitidos por ondas eletromagnéticas, como as de rádio frequência, que não precisam de material para propagação, eliminando o uso de cabos e permitindo a mobilidade dos usuários.
Interligam computadores e outros equipamentos, de modo limpo, sem a necessidade de cabos ou reformas.
Diagrama funcionamento do Wi-Fi

Hoje, as redes sem fio utilizam o mesmo conceito de recepção utilizado por rádios, telefones celulares e equipamentos similares, que fazem uso de ondas para transmitir e receber sinais. Isso acontece porque as frequências de 2,4GHz e 5GHz têm um comprimento de onda tão pequeno que os sinais podem atravessar objetos sólidos, como paredes, por exemplo, permitindo uma transmissão de dados mais abrangente, mas não perfeita. Ainda é preciso planejar muito bem a rede para que não haja alguma surpresa desagradável.
Padrões IEEE 802.11 rede Wireless
IEEE 802.11a
Chega a alcançar velocidades de 54 Mbps dentro dos padrões da IEEE. Esta arquitetura opera na frequência de 5 GHz e inicialmente suporta 64 utilizadores por Ponto de Acesso (PA). A sua principal vantagem é a velocidade e a maior desvantagem é a incompatibidade com os padrões 802.11 b e g.
IEEE 802.11b
Alcança uma velocidade de 11 Mbps padronizada pelo IEEE. Opera na frequência de 2.4 GHz. Inicialmente suporta 32 utilizadores por ponto de acesso. Um ponto negativo nesse padrão é a alta interferência tanto na transmissão como na recepção de sinais, porque utiliza portadora de 2,4 GHz, a mesma utilizada por telefones móveis, fornos micro-ondas e dispositivos bluetooth.
IEEE 802.11g
Baseia-se na compatibilidade com os dispositivos 802.11b e oferece uma velocidade de 54 Mbps. Funciona dentro da frequência de 2,4 GHz. Tem os mesmos inconvenientes do padrão 802.11b (interferências com outros equipamentos).
Tabela comparativa de padrões Wi-Fi

Como identificar o melhor padrão para rede sem fio
O padrão mais conhecido atualmente é o 802.11b (também chamado Wi-Fi), criado em 1999. O protocolo 802.11a surgiu como uma opção muito mais rápida mas, por utilizar uma frequência diferente, não apresenta compatibilidade com o padrão anterior. A solução para o problema veio com a criação do 802.11g, que possui a mesma velocidade do “a” e compatibilidade total com o “b”.
Os consumidores não precisam ficar preocupados com a questão da coexistência ente os modelos. Todos os produtos que chegam ao mercado som o selo Wi-Fi são compatíveis entre si, desde que operem em uma mesma banda, seja 2,4Ghz ou 5GHz.
Olá! Sou Fábio Bmed — fundador da Metapax, consultoria estratégica de posicionamento e crescimento para negócios, e criador da MapexMind, um método de neuropsicologia aplicada voltado à compreensão prática da mente humana. Também sou o criador do blog FabioBmed.com.br.
Desde 2006 trabalho com tecnologia, marketing digital e análise de sistemas complexos. Mas os sistemas que mais me fascinam hoje são os que carregamos dentro da cabeça.
Estou entrando na psicologia, com foco em neuropsicologia — a ciência que explica por que você pensa, decide e se comporta do jeito que faz. Essa transição não é um desvio de rota: é a evolução natural de quem passou décadas entendendo como sistemas funcionam — e percebeu que o mais complexo de todos ainda estava por ser mapeado.
Ao longo dessa trajetória, criei dois projetos que sintetizam essa visão.
A Metapax nasceu da percepção de que negócios não crescem por acaso. Crescem quando existe uma estrutura clara de autoridade, presença e experiência do cliente. Depois de mais de duas décadas liderando operações digitais e analisando padrões de crescimento empresarial, transformei esse entendimento no Método APA — Autoridade, Presença e Atendimento — aplicado a empresas e profissionais que querem crescer com previsibilidade e posicionamento sólido.
Já a MapexMind surgiu de outro tipo de investigação: entender a arquitetura da mente humana. O projeto aplica neuropsicologia à vida real para ajudar pessoas a compreenderem padrões emocionais, cognitivos e comportamentais — próprios ou de quem amam — traduzindo conceitos complexos em clareza prática e utilizável.
No fundo, os dois projetos partem da mesma pergunta:
Como sistemas funcionam por trás da superfície?
Negócios, comportamento, decisões, relações humanas, tecnologia, marketing e mente — tudo aqui é analisado pelo mesmo prisma: estrutura, padrões e a ciência por trás de como as coisas realmente funcionam.
Este blog é o ponto de encontro dessas áreas. Um espaço onde tecnologia, psicologia, neurociência, comportamento humano, marketing e filosofia prática deixam de ser assuntos separados e passam a conversar entre si.
Publicação Criada em: maio 15, 2013
Atualizado em: março 18, 2025 8:25 pm

